Da carta sobre o Boi ao Dicionário do Folclore, a trajetória de Câmara Cascudo, as vozes que registrou, sua atuação integralista e as perguntas que seus livros ainda provocam.
Do fandango caiçara aos babaçuais e ao jongo quilombola: entenda por que trabalho, tradição e direitos territoriais se encontram — e o que os documentos realmente mostram.
Dos escritos coloniais sem retrato físico às narrativas amazônicas do século XIX, esta reportagem percorre documentos e mostra por que nunca existiu um único Curupira.
Em 1917, Monteiro Lobato pediu aos leitores que contassem tudo o que sabiam sobre o Saci. Esta edição especial percorre os 73 depoimentos do livro de 1918, explica sua história e separa memória, literatura e edição.
Do Acre ao Vale do Paraíba, passageiras surgem à noite e desaparecem sem deixar rastro. O que essas histórias têm em comum — e o que as fontes realmente comprovam?
Do Saci num anúncio de máquinas de escrever aos jogos e sensores na floresta, o Sacip examina adaptações e defende o reconhecimento de quem mantém as histórias vivas.
O Negrinho do Pastoreio e o bumba meu boi guardam disputas por trabalho, infância e voz. Uma leitura com páginas de 1913 e 1840, variantes do boi e dados do Brasil atual.
Dos relatos coloniais às gravações de campo: como tradições orais brasileiras chegaram a livros, jornais, fotografias, filmes e arquivos — e o que esses registros preservaram ou silenciaram.
O escritor ajudou a fixar o Saci no imaginário nacional e revolucionou o livro brasileiro, mas seu legado também carrega ideias racistas e eugenistas que exigem leitura crítica.
Em meio a referências culturais que circulam pelo mundo, tradições locais preservam memória, pertencimento e diversidade — e continuam a se reinventar.