Os 77 nomes do inventário #OcupaSacy, 22 perfis, quatro pistas adicionais do Sesc ES, ilustrações identificadas e relatos do Saci em documentos de 1918.
Da carta sobre o Boi ao Dicionário do Folclore, a trajetória de Câmara Cascudo, as vozes que registrou, sua atuação integralista e as perguntas que seus livros ainda provocam.
Uma cartilha apreendida antes do golpe, escolas construídas pela comunidade, um samba sobre liberdade e um filme proibido ajudam a contar o que estava em disputa no Brasil de 1964 a 1985.
Do Acre ao Vale do Paraíba, passageiras surgem à noite e desaparecem sem deixar rastro. O que essas histórias têm em comum — e o que as fontes realmente comprovam?
Em registros antigos, a mulher recebe a maldição e o sacerdote pode aparecer como vítima. O que essa diferença revela sobre o medo da liberdade feminina?
O Negrinho do Pastoreio e o bumba meu boi guardam disputas por trabalho, infância e voz. Uma leitura com páginas de 1913 e 1840, variantes do boi e dados do Brasil atual.
Dos relatos coloniais às gravações de campo: como tradições orais brasileiras chegaram a livros, jornais, fotografias, filmes e arquivos — e o que esses registros preservaram ou silenciaram.
Em meio a referências culturais que circulam pelo mundo, tradições locais preservam memória, pertencimento e diversidade — e continuam a se reinventar.
O manifesto apresenta o Saci como símbolo de resistência cultural, defendendo a valorização dos mitos, lendas e tradições brasileiras diante da influência cultural estrangeira.