Tradições doceiras de Pelotas e região
Receitas, técnicas, celebrações e trajetórias de doceiras formam um patrimônio alimentar ligado à história social da região de Pelotas.
Abrir ficha completa →Um arquivo editorial de histórias, celebrações, saberes, personagens e memórias deste território.

Receitas, técnicas, celebrações e trajetórias de doceiras formam um patrimônio alimentar ligado à história social da região de Pelotas.
Abrir ficha completa →A relação oficial do Iphan inclui saberes e modos de produção dos doces tradicionais de Pelotas entre os projetos de identificação cultural realizados no estado.
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Uma versão divulgada pelo turismo gaúcho liga a cor da lagoa a uma fuga e ao assassinato de carreteiros indígenas.
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Uma versão gaúcha do Boitatá foi publicada em 1913, com grafia e enredo próprios.
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A edição de 1913 de Lendas do Sul permite ler uma versão datada da história do menino escravizado.
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A caverna do Cerro do Jarau, a Teiniaguá e as versões literárias de um encantamento do pampa.
Abrir ficha completa →A relação oficial do Iphan inclui referências culturais da comunidade Mbyá-Guarani de São Miguel Arcanjo entre os projetos de identificação cultural realizados no estado.
Abrir ficha completa →A relação oficial do Iphan inclui memórias e referências culturais relacionadas ao Massacre de Porongos entre os projetos de identificação cultural realizados no estado.
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As lidas campeiras da região de Bagé reúnem trabalho com animais, território e transmissão de saberes.
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