M’boi-tátá: a luz que atravessa o campo
Uma versão gaúcha do Boitatá foi publicada em 1913, com grafia e enredo próprios.

A M’boi-tátá aparece em Lendas do Sul, de João Simões Lopes Neto, como figura relacionada à luz e à escuridão no campo. O começo da versão descreve uma noite tão longa que as pessoas receiam o fim do dia. A reprodução da primeira página permite acompanhar as palavras do autor e distinguir seu texto das sínteses atuais sobre o Boitatá.
Contexto histórico
A grafia M’boi-tátá é a da edição de 1913 e convive com formas como Boi-tatá e Boitatá. O livro também traz a Salamanca e o Negrinho do Pastoreio, mas cada narrativa tem ficha própria.
Versões e variações
Nomes, aparência e comportamento da luz variam pelo país. Uma versão literária datada não equivale à criação do mito nem a todos os seus relatos orais.
Imagens e documentos


Como este registro foi documentado
- Lendas do Sul, primeira ediçãoWikimedia Commons / HathiTrust · 1913Consultar fonte ↗
- Boitatá — Tesauro de Folclore e Cultura PopularCentro Nacional de Folclore e Cultura PopularConsultar fonte ↗
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