Tabuleiro das baianas em Salvador
O tabuleiro de acarajé reúne trabalho, saberes alimentares e referências religiosas de mulheres negras em Salvador.

A baiana de acarajé não oferece apenas um alimento pronto: seu ofício envolve preparo, apresentação, atendimento e conhecimentos transmitidos no trabalho. O tabuleiro também pode carregar vínculos com religiões de matriz africana. Reconhecer esse patrimônio significa reconhecer o saber e o sustento das mulheres que mantêm a prática.
O Iphan registrou o Ofício das Baianas de Acarajé no Livro dos Saberes em 2005. Em 2022, revalidou o título e ampliou sua abrangência para o território nacional onde o ofício é praticado. Esta ficha relaciona o inventário em Salvador a esse reconhecimento mais amplo. A fotografia registra Anelita Conceição Viana em seu trabalho em 2008, com identificação do fotógrafo e da licença na legenda.
Contexto histórico
O tabuleiro faz parte do ofício e do sustento das baianas de acarajé. O Iphan registrou o ofício no Livro dos Saberes em 2005 e revalidou o título com abrangência nacional em 2022. A foto de 2008 retrata Anelita Conceição Viana trabalhando em Salvador.
Imagens e documentos


Como este registro foi documentado
- Iphan — projetos de identificação de bens culturais imateriaisIphan — projetos de identificação de bens culturais imateriaisConsultar fonte ↗
- Ofício das baianas de acarajé: registro e revalidaçãoIphan · 2005Consultar fonte ↗
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