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CULINÁRIA

Tabuleiro das baianas em Salvador

O tabuleiro de acarajé reúne trabalho, saberes alimentares e referências religiosas de mulheres negras em Salvador.

Culinária
Anelita Conceição Viana trabalhando em seu tabuleiro de acarajé em Salvador
Anelita Conceição Viana no trabalho com acarajé em Salvador, 2008.Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil · CC BY 3.0 Brasil · versão reduzida em WebP

A baiana de acarajé não oferece apenas um alimento pronto: seu ofício envolve preparo, apresentação, atendimento e conhecimentos transmitidos no trabalho. O tabuleiro também pode carregar vínculos com religiões de matriz africana. Reconhecer esse patrimônio significa reconhecer o saber e o sustento das mulheres que mantêm a prática.

O Iphan registrou o Ofício das Baianas de Acarajé no Livro dos Saberes em 2005. Em 2022, revalidou o título e ampliou sua abrangência para o território nacional onde o ofício é praticado. Esta ficha relaciona o inventário em Salvador a esse reconhecimento mais amplo. A fotografia registra Anelita Conceição Viana em seu trabalho em 2008, com identificação do fotógrafo e da licença na legenda.

Contexto histórico

O tabuleiro faz parte do ofício e do sustento das baianas de acarajé. O Iphan registrou o ofício no Livro dos Saberes em 2005 e revalidou o título com abrangência nacional em 2022. A foto de 2008 retrata Anelita Conceição Viana trabalhando em Salvador.

FONTES E REFERÊNCIAS

Como este registro foi documentado

  1. Iphan — projetos de identificação de bens culturais imateriaisIphan — projetos de identificação de bens culturais imateriaisConsultar fonte ↗
  2. Ofício das baianas de acarajé: registro e revalidaçãoIphan · 2005Consultar fonte ↗
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