
Cuias do Baixo Amazonas e seus padrões gráficos
Artesãs do Baixo Amazonas fazem e ornamentam cuias; o Iphan reconheceu esse saber em 2015.
Abrir ficha completa →Territórios amazônicos, povos, cidades e redes comunitárias preservam narrativas, celebrações, saberes e expressões culturais diversas.
43 registros publicados em 7 unidades federativas
Artesãs do Baixo Amazonas fazem e ornamentam cuias; o Iphan reconheceu esse saber em 2015.
Abrir ficha completa →A relação oficial do Iphan inclui as referências culturais documentadas no município de Porto Acre entre os projetos de identificação cultural realizados no estado.
Abrir ficha completa →O Marabaixo reúne práticas transmitidas por comunidades negras e constitui uma das referências culturais mais marcantes do Amapá.
Abrir ficha completa →Muito além do espetáculo dos bois, essa tradição envolve música, dança, ofícios, narrativas e uma ampla rede de criação comunitária.
Abrir ficha completa →A celebração percorre comunidades do Vale do Guaporé e mantém uma tradição religiosa e comunitária reconhecida como patrimônio de Rondônia.
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Em Alter do Chão, no município de Santarém, a comunidade mantém o Sairé entre ritos, música, dança e encontro.
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Em Mazagão Velho, devoção, teatro de rua e cavalhadas mantêm viva a Festa de São Tiago, documentada pelo Iphan.
Abrir ficha completa →A relação oficial do Iphan inclui a Festividade de São Sebastião realizada na Ilha de Marajó entre os projetos de identificação cultural realizados no estado.
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Uma professora de Dianópolis transformou a lenda local da bola de fogo em livro sobre o ambiente.
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Uma narrativa do Rio Negro liga Pitiápo e uma travessia trágica à cachoeira do Carurú.
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Um relato impresso em 1916 associa Carú-Sacaébe ao surgimento da caça e ao aprendizado dos moradores.
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Um livro de 1916 conta que guerreiras ofereciam pedras verdes como lembrança de um encontro.
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A figura que protege árvores e animais integra narrativas diversas da Amazônia.
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Uma presença que atrai pessoas para as águas aparece com nomes e formas diferentes na tradição brasileira.
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O nome de uma ave amazônica também designa narrativas de transformação e boa sorte.
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Mestre Miguel contou em 1995 uma versão da história de Iaçá, registrada pelo projeto de narrativas orais da UFPA.
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A tradição oral Sateré-Mawé relaciona o guaraná à vida religiosa e à identidade cultural em Maués.
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Uma adaptação infantil da história de Naiá associa uma flor amazônica ao reflexo da lua.
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O boto, animal dos rios amazônicos, também se torna personagem de histórias sobre encontros humanos.
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Autoras Macuxi levaram a narrativa de Wazaka, Makunaíma e o nascimento da mandioca às escolas de Roraima.
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O assobio, a promessa de fumo e as diferentes identidades da Matinta Pereira nas narrativas paraenses.
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Um livro de 1889 descreve, no Pará, uma cabeça que se desprende do corpo e voa como um globo de fogo.
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A Cobra Grande, ou Boiúna, aparece nos registros do folclore como uma serpente ligada às águas profundas.
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O Mapinguari reúne descrições mutáveis de uma presença da mata e inspirou até um livro publicado pela Universidade Federal do Acre.
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Uma cobra encantada dormiria sob a catedral, com a cauda além do rio Tocantins; um cortejo mantém a história em movimento.
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A história de um lenhador que teria dado nome à cidade convive com documentos sobre um antigo porto militar.
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Uma cobra-grande do rio Amazonas aparece nas memórias de moradores de Santana e nas histórias contadas em escolas amapaenses.
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O chamado de uma coruja real se tornou presságio em tradições do Norte e Nordeste; conhecer a ave também ajuda a protegê-la.
Abrir ficha completa →As comunidades indígenas do município mantêm línguas, práticas educativas, jogos e conhecimentos que integram a vida cultural de Roraima.
Abrir ficha completa →A relação oficial do Iphan inclui as referências culturais reunidas pelo inventário de Mazagão Velho entre os projetos de identificação cultural realizados no estado.
Abrir ficha completa →A relação oficial do Iphan inclui referências culturais de indígenas do Alto Rio Negro residentes em Manaus entre os projetos de identificação cultural realizados no estado.
Abrir ficha completa →A relação oficial do Iphan inclui referências culturais identificadas na Ilha de Marajó entre os projetos de identificação cultural realizados no estado.
Abrir ficha completa →A relação oficial do Iphan inclui referências culturais de comunidades quilombolas de Oriximiná entre os projetos de identificação cultural realizados no estado.
Abrir ficha completa →A relação oficial do Iphan inclui referências culturais do povo Tembé do Alto Rio Guamá entre os projetos de identificação cultural realizados no estado.
Abrir ficha completa →A relação oficial do Iphan inclui as referências culturais documentadas no município de Porto Nacional entre os projetos de identificação cultural realizados no estado.
Abrir ficha completa →Presente em dezenas de municípios, o Carimbó combina expressão musical, dança, sociabilidade e pertencimento comunitário.
Abrir ficha completa →O levantamento realizado pelo Iphan em Xapuri documentou práticas, lugares e saberes importantes para a memória cultural acreana.
Abrir ficha completa →O ofício praticado em Natividade preserva técnicas artesanais, repertórios decorativos e conhecimentos transmitidos no convívio entre mestres e aprendizes.
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No Ver-o-Peso, feirantes, alimentos, ofícios e memórias de Belém se encontram num mercado que também é patrimônio.
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O Círio de Nazaré reúne procissões, promessas, famílias e trabalhadores em Belém; o Iphan registrou a celebração em 2004.
Abrir ficha completa →A relação oficial do Iphan inclui o mapeamento documental de casas de matriz africana em Palmas entre os projetos de identificação cultural realizados no estado.
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No Bico do Papagaio, o babaçu liga o trabalho das quebradeiras de coco à alimentação, ao artesanato e à defesa dos babaçuais.
Abrir ficha completa →A relação oficial do Iphan inclui ofícios e saberes tradicionais associados ao Centro Histórico de Belém entre os projetos de identificação cultural realizados no estado.
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