Num-se-Pode: a mulher que crescia à luz do lampião
Uma mulher pede fogo nas ruas antigas de Teresina e cresce até alcançar a chama do lampião.

Na versão oral que Silvana Maria Santana de Oliveira ouviu da avó e registrou em pesquisa universitária, uma mulher pede fogo aos rapazes que passam à noite no centro de Teresina. Ela cresce até a altura do lampião, acende o cigarro e se afasta. A autora transformou a memória da Num-se-Pode em reflexão e performance sobre o corpo feminino. A Praça Saraiva fotografada pertence ao centro da cidade, mas a pesquisa não afirma que a aparição tenha ocorrido exatamente ali.
Contexto histórico
A dissertação une relato familiar, criação artística e análise. O testemunho da avó é uma versão identificável, não uma origem única ou prova de que a assombração foi vista.
Versões e variações
A própria pesquisadora pergunta em qual praça ou rua ela aparecia: o local exato permanece aberto. Outras recontagens mudam o pedido e o fim do encontro.
Imagens e documentos

Como este registro foi documentado
- Num-se-Pode: espaço de afecto do corpo cênico femininoUniversidade Federal de Uberlândia · 2013Consultar fonte ↗
Você conhece outra versão desta história?
Envie uma fonte, correção, fotografia ou relato. A equipe editorial revisará o material.
Contribuir com este registro →

