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PATRIMÔNIO

Feira de São Cristóvão

A Feira de São Cristóvão aproxima migrantes, comida, música e trabalho nordestino no Rio.

Patrimônio cultural
Produtos expostos na Feira de São Cristóvão, no Rio de Janeiro
Uma banca da Feira de São Cristóvão, espaço de comércio e encontro nordestino no Rio.Crédito: Adam Jones from Kelowna, BC, Canada / Wikimedia Commons — CC BY-SA 2.0 · versão reduzida em WebP

Comerciantes e frequentadores mantêm relações com o Nordeste dentro do Rio de Janeiro. Comida, artesanato, cordel e música circulam ao lado de encomendas, conversas e sustento. Chamar tudo de 'cultura nordestina' sem falar das pessoas que abriram e mantêm seus negócios faria da feira um cenário sem trabalhadores.

A Superintendência do Iphan no Rio lista um inventário da Feira de São Cristóvão entre trabalhos concluídos. Inventário é pesquisa e identificação; não equivale a declaração de registro nacional.

Contexto histórico

O espaço mudou ao longo do tempo. Sua relação com migração inclui trabalho e convivência, além de apresentações.

FONTES E REFERÊNCIAS

Como este registro foi documentado

  1. Iphan — projetos de identificação de bens culturais imateriaisIphan — projetos de identificação de bens culturais imateriaisConsultar fonte ↗
  2. Iphan — Patrimônio imaterial no Rio de JaneiroIphan — Patrimônio imaterial no Rio de JaneiroConsultar fonte ↗
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