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LENDAO Frade e a Freira: amor inscrito na pedra
O perfil de duas montanhas capixabas ganhou interpretações poéticas distintas ao longo do século XX.

As rochas conhecidas como O Frade e a Freira lembram duas figuras humanas vistas de longe. Em um soneto publicado por Benjamin Silva em 1938, a paisagem eterniza o amor de um frade e uma freira. Uma recontagem de 2004, registrada pelo instituto ambiental do Espírito Santo, troca a freira por uma jovem indígena. São duas criações identificáveis, não provas da existência dos amantes.
Contexto histórico
O monumento natural ocupa áreas de Cachoeiro de Itapemirim, Itapemirim e Vargem Alta. O instituto estadual também menciona um esboço da rocha feito por Dom Pedro II em 1860; o soneto é um registro posterior da lenda.
Versões e variações
As identidades do par e o sentido do seu encantamento mudam entre o soneto de 1938 e a obra de 2004. A ficha não atribui a segunda versão a uma comunidade indígena.
Imagens e documentos

Como este registro foi documentado
- Monumento Natural O Frade e a FreiraInstituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito SantoConsultar fonte ↗
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