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LENDACorpo-Seco: a assombração de Monteiro Lobato
Na versão local registrada pela prefeitura, um filho que agredia a mãe se torna uma presença errante.

A Prefeitura de Monteiro Lobato registra uma versão do Corpo-Seco em que um menino maltrata a mãe e termina abandonado em um espinheiro. Depois da morte, nem Deus nem o diabo o aceitam: ele passa a vagar pela região. O Tesauro do Centro Nacional de Folclore também registra a recusa da terra em acolher esse tipo de personagem. A fotografia mostra o município paulista, não o espinheiro específico da narrativa.
Contexto histórico
A prefeitura observa que pais e mães usavam essa história para ensinar obediência. O registro situa uma versão local, sem reclamar a invenção da lenda para a cidade.
Versões e variações
Outros lugares mudam o passado do personagem e o motivo da rejeição. Em Monteiro Lobato, a relação com a mãe e o espinheiro ganham destaque.
Imagens e documentos

Como este registro foi documentado
- Lendas de Monteiro LobatoPrefeitura Municipal de Monteiro LobatoConsultar fonte ↗
- Corpo seco — Tesauro de Folclore e Cultura PopularCentro Nacional de Folclore e Cultura PopularConsultar fonte ↗
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