Comadre Fulozinha: a guardiã da mata
Na comunidade do Porto do Capim, a Comadre Fulozinha participa das formas de compreender o território e o respeito à natureza.

A Comadre Fulozinha é descrita de maneiras diferentes no Nordeste: menina ou mulher de cabelos longos, presença que assobia na mata ou encantada que pune quem desrespeita animais e plantas. Pesquisa com a comunidade do Porto do Capim, em João Pessoa, mostra que a figura também integra a experiência territorial das crianças. A fotografia de mata pernambucana é ilustrativa do ambiente, sem reivindicar uma ligação específica com o Porto do Capim.
Contexto histórico
Patricia Assad estudou a relação entre Comadre Fulozinha, Pai do Mangue, infância e territorialidade no Porto do Capim. O estudo recomenda compreender essas entidades a partir dos moradores, em vez de impor uma única versão de fora.
Versões e variações
A aparência, os agrados oferecidos e as consequências de desrespeitá-la mudam entre comunidades. A ficha localiza a pesquisa em João Pessoa sem reduzir a tradição a essa cidade.
Imagens e documentos

Como este registro foi documentado
- Comadre Fulozinha e Pai do Mangue: identidade, território e territorialidade no Porto do CapimUniversidade Federal da Paraíba · 2014Consultar fonte ↗
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