Carú-Sacaébe na maloca de Acupary
Um relato impresso em 1916 associa Carú-Sacaébe ao surgimento da caça e ao aprendizado dos moradores.

No texto Carú-Sacaébe, publicado em Lendas Amazônicas, pessoas aparecem na maloca de Acupary. A princípio haveria pouca caça; Carú-Sacaébe faz surgir animais maiores e ensina técnicas de caçar. Mais adiante a narrativa apresenta seu filho, Carú-Tarú, e Rayrú. A história atravessa relações de parentesco, trabalho e alimento.
O compilador de 1916 diz ter extraído a versão de um livro de viagem sobre o Tapajós e a apresenta como munduruku. A linguagem colonial do impresso não autoriza tratar o texto como a voz direta e atual de comunidades indígenas. Indicamos a cadeia documental para que o leitor possa distingui-las.
Contexto histórico
O livro de José Coutinho de Oliveira atribui a versão a H. Coudreau e à região do Tapajós.
Versões e variações
A ficha não confunde esta passagem escrita com todas as tradições Munduruku.
Imagens e documentos

Como este registro foi documentado
- Lendas Amazônicas, José Coutinho de OliveiraFundação Cultural do Pará, acervo de obras raras · 1916Consultar fonte ↗
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