Caboclo d’Água: relatos do rio São Francisco
Entre pescadores e moradores ribeirinhos, o Caboclo d’Água muda de aparência e ganha novas formas na mídia regional.

O Caboclo d’Água aparece em narrativas sobre rios de Minas Gerais, especialmente no universo cultural do São Francisco. Pode perturbar embarcações e pescadores ou agir como protetor das águas. Algumas versões mencionam ofertas de fumo. Uma pesquisa da Universidade Federal de Ouro Preto examina como relatos de Barra Longa circularam e foram transformados pela mídia. A foto do São Francisco em Januária localiza uma paisagem ribeirinha, não comprova uma aparição.
Contexto histórico
Relatos orais, estátuas e reportagens não são registros idênticos. Ao passar de uma conversa na margem do rio para um noticiário, a narrativa seleciona detalhes, imagens e testemunhos. A ficha registra esse processo sem fixar uma anatomia única.
Versões e variações
O tamanho, a aparência e a intenção do ser variam entre regiões. Barra Longa é objeto da pesquisa citada; Januária identifica a paisagem fotografada, e não a origem da história.
Imagens e documentos

Como este registro foi documentado
- A lenda do Caboclo d’Água: uma trajetória enunciativa folkcomunicativaUniversidade Federal de Ouro Preto / CaletroscópioConsultar fonte ↗
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