Os levantamentos do Iphan nas duas cidades identificaram referências que não se limitam aos edifícios históricos. Entram nesse acervo práticas alimentares, técnicas construtivas e conhecimentos presentes na vida cotidiana.
Os estudos sobre o patrimônio da mandioca e da taipa mostram como materiais simples podem guardar relações de trabalho, memória familiar e adaptação ao território.
